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Ninguém morreu, só o futebol


Um dia antes de mais um compromisso a ser cumprido pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras foi recepcionado no hotel, em Fortaleza, na base de fortes críticas sob um protesto de um grupo de torcedores que jogaram, inclusive, pipocas nos jogadores; vestígios da eliminação frustante na quarta (17). Com esse clima, o time tentava esquecer o confronto contra o Inter, para manter o desempenho no maior campeonato nacional. Pelo visto, não foi esquecido. 

Deyverson, mais uma vez, abaixo de produção. Mesmo assim, Felipão segue escalando o atacante (Foto: Pedro Chaves/AGIF)
Entrando em campo para buscar alívio e tranquilidade, o alviverde entrou em campo contra o Ceará, no Castelão (CE). Vindo de uma invencibilidade de 33 jogos sem derrotas, o time parecia aceitar que o caminho tinha que ser seguido, controlando a partida nos minutos inicias. Porém, o Ceará começava a crescer no jogo após os 20 minutos, em virtude um meio campo alviverde totalmente exposto e espaçado. Erro amargo que custou o gol do Ceará, aos 32 minutos, marcado por Mateus Gonçalves.

Fruto de uma deficiência digna de equipes sem qualidade, o gol cearense evidenciou a perca de criatividade e compactuação.  Mesmo com essas baixas, Felipão errou de novo na escolha, ao tirar Gustavo Scarpa que deu lugar a Willian. O Meio campo ficou ainda mais fragilizado e vulnerável aos cearenses. Percebendo o erro, colocou Raphael veiga no lugar de Zé Rafael, e a inexplicável escolha de Ramires, que estreava no lugar de Dudu. Perdendo um jogo, tira um atacante. Tantas falhas sucessivas fizeram com que o Ceará fizesse o segundo gol e encerrasse o placar.

Não virar um jogo há um ano evidencia a estratégia ultrapassada de Felipão (Foto: Pedro Chaves/AGIF)
Um dos males que os torcedores não esperavam está acontecendo. A parada para a Copa América significou uma queda vertiginosa de rendimento, com atletas que regrediram em seus desempenhos, destacando Bruno Henrique, Dudu, Zé Rafael e Deyverson. Atrelado a esses fatores, surge as errôneas convicções de Felipão em todos os jogos, substituindo erradamente, colocando equipe mista contra o São Paulo, e a titular contra o Ceará. Para quem disse que "ninguém tinha morrido" ao sair da Copa do Brasil, o sentimento do torcedor é de velório.

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