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Roda, roda, e não vira


O retorno da parada pela realização da Copa América deixou fortes feridas no desempenho do Palmeiras dentro de campo. Uma eliminação da Copa do Brasil, empate sem grande futebol no clássico contra o São Paulo, a inexplicável derrota para o Ceará, que briga furtivamente contra o rebaixamento, e o futebol de apenas um tempo ante o fraco Godoy Cruz (ARG). A coincidência entre todos esses jogos não se mede apenas na parca e baixa atuação, mas também a distância da sua casa. Contra o Vasco, retornando ao Allianz, era a chance do ressurgimento. Era.

Utilizando-se da estratégia de usar uma equipe alternativa, visto que terça feira o time defende uma possível vaga para as quartas de final na Libertadores. O segundo quadro manteve a falta de padrão e a inexistência de criatividade e imposição de campo do time titular. Com Jean voltando a jogar, e Antônio Carlos na linha defensiva, o time voltou a apresentar falha no setor que era referência no primeiro semestre. Para quem não tomava gols em jogos consecutivos, ser vazado logo no início do jogo virou uma tônica. Logo aos 3 minutos, Marrony abriu o placar.

Pontos desperdiçados, e a liderança segue ameaçada (Foto: Duda Bairros/AGIF)
Sair atrás no placar traz más lembranças para a torcida. Desde a chegada do Felipão, o time não tem forças para virar um jogo. Nesse sábado (27), esse número negativo dada sinais de ser revertido, quando Gustavo Scarpa, em um pênalti marcado com a ajuda do VAR, marcou, empatando o confronto. Raphael Veiga, Carlos Eduardo e Mateus Fernandes entraram em campo, mas nada de mudanças. Marcação continuava anêmica e as posições seguiam distantes. Empate mantido, pontos desperdiçados e a ameça da perda da liderança ao final da rodada.

Cabe mencionar que, nesse emaranhado de falta de disposição e ambição no jogo, Hyoran se destacou, assumindo a responsabilidade que caberia a Dudu, que segue fazendo partidas abaixo do esperado. Mateus Fernandes entrou bem, com botes certeiros e qualidade na saída de bola. O restante do time mostrou a apatia e ausência que atingiu o Parque Antártica. Preocupante para terça-feira contra o Godoy Cruz, na Libertadores; e no próximo jogo pelo Brasileiro, simplesmente o derby. Palmeiras seguiu a música: Roda, roda, mas não vira. Nem o placar. 

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